/// Palestra: Setembro Amarelo

Extensão


Publicada em 3 de Outubro de 2018

Atualizada em 28 de Outubro de 2018


A psicóloga Lívia, do Saudavelmente, iniciou a apresentação dizendo que este é um tema-tabu em que há uma discussão, nos meios de comunicação, se o assunto deve ou não ser tratado de forma aberta. Chegou-se a um consenso que o tema precisa ser bastante discutido, mas não suas formas de efetivação. A priori, a pessoa não quer tirar a sua própria vida, mas sim acabar com o seu sofrimento. Neste sentido, ela, geralmente, costuma falar sobre a possibilidade de se suicidar – ideação suicida, sendo, este, um primeiro sinal de alerta quanto à sua intenção. Outro sinal, bastante recorrente, é a mudança de comportamento normal da pessoa, ou seja, qualquer comportamento, fora da normalidade (muita tristeza ou alegria), pode ser um indício do pensamento suicida. Existem alguns fatores de proteção à pessoa, em especial, os ligados ao acolhimento, sejam por amigos, familiares, grupos sociais e/ou profissionais.

 

foto: Bethânia Barbosa

 

Após profícuo debate entre a psicóloga Lívia, a Diretora da PRAE Camila e xs participantes, conclui-se que é sempre importante estar disposto a escutar a pessoa em sofrimento e encorajá-la a procurar um(a) profissional da área para que seja acompanhada, bem como, criar espaços públicos de discussão e de convivência para que discentes, técnicxs e docentes possam expor os problemas vivenciados e debater alternativas para solucioná-los.

Texto: Sérgio Barroca

foto: Bethânia Barbosa